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    Históriado Albamar

    Ícone gastronômico que faz parte da história da cidade do Rio de Janeiro. A trajetória do Ancoramar começou em 1908, quando um complexo foi projetado para organizar o antigo mercado do Largo de Moura. Inaugurado pelo prefeito Pereira Passos, tratava-se um comércio focado em peixes, graças à proximidade do porto. Tinha planta quadrada, com pavilhões longitudinais e cinco torreões octogonais – um maior no centro, com relógio, e quatro menores nos ângulos externos.

    O antigo Restaurante Albamar foi inaugurado numa das torres desse complexo, no dia 12 de novembro de 1933, iniciando uma trajetória de referência gastronômica no Centro do Rio de Janeiro, na atual Praça Marechal Âncora.


     
    Nos anos 50, a construção da Perimetral fez com que o mercado fosse demolido, mas o Albamar sobreviveu como parte da história do Rio de Janeiro. Em 1962, o pavilhão onde funciona o Albamar foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O interior foi reformado em 1964 pelo arquiteto Roberto da Costa Soares. Na década de 70, grandes nomes como Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek tinham mesa cativa.

    A praça recebeu o nome atual em homenagem ao Marechal Aires Antonio de Morais Âncora, influente militar do período imperial, e ganhou uma âncora em ferro fundido. Hoje, o lugar verde abriga preciosas edificações da época colonial, entre elas o Museu Histórico Nacional, a Igreja Nossa Senhora de Bonsucesso e o prédio da Santa Casa de Misericórdia, além de ser vizinho da Praça XV.

    Em 2016, após a demolição do elevado da Perimetral e a revitalização do Centro do Rio de Janeiro, o Albamar também se atualizou. Para marcar a nova fase, o restaurante passou por obras, ganhou um bar sofisticado no térreo e mudou seu nome para Ancoramar, mais uma homenagem à Praça Marechal Âncora.